Sempre vivi de meias certezas, de metas meio alcançadas, de copos meio cheios, ... Sempre vivi do "talvez", da esperança de dias melhores, de "acreditares" que o desejo se há-de concretizar. Ninguém me disse QUE SIM, ninguém me perguntou SE SIM, eu simplesmente supus TALVEZ SIM e depositei todas as horas dos meus dias na possível metamorfose das palavras.
Chegou a altura de confrontar, de lutar, de encostar à parede. Chegou a altura de não me contentar com menos do que acho que mereço, de não desistir, de não abalar, de apontar a espada e decidir de uma vez por todas: se é sim ou sopas.
